Sobre Mim

 

Sou fotógrafa desde 2008. Fundei minha empresa em 2009, e desde então já fotografei mais de 600 ensaios femininos, dentre outros trabalhos de fotografia e video. Sou também professora de fotografia para iniciantes e profissionais da área de fotografia feminina.

Sempre fotografei mulheres. Não foi uma escolha consciente, foi o destino mesmo. A cada dia que passa aprendo mais com as mulheres que fotografo e sou eternamente grata pela confiança que me foi dada. Encontrei nesse universo uma forma de espalhar carinho e alegria

Conheça meus projetos de ensino: O CFF (Curso de Fotografia Feminina) e o Coaching para Fotógrafos.

Me acompanhe nas redes sociais:
Página no Facebook, Perfil no Facebook, Instagram de Ensaios, Instagram Pessoal

Formação
Bacharelado em Cinema e Audiovisual – UNA, Belo Horizonte, MG.

Extensão em Fotografia – Arts University College, Bournemouth, Inglaterra.
Pós-graduação em Artes Plásticas e Contemporaneidade – Escola Guignard, UEMG, Belo Horizonte, MG.

 

_MB_7358

Meu trabalho sobre a perspectiva de Isis Fiorito:

“Para quem vê de fora, há certa aura mágica naqueles que abraçam a profissão, mas saibam que há mais coisa entre o ajuste de iluminação e o click da máquina do que sonha nossa vã filosofia. Mariana não tem deslumbres. Descartou o prisma ilusório logo no começo, não queria fairy tale. Ela quer a fotografia como ela é: o trabalho árduo, o estudo paciente, o desafio diário. Mirar no limite e rompê-lo, esticar e remodelar, criar o novo. O conhecimento é uma pedra bruta que ela limpa e faceta da maneira que mais lhe agradar. Ao aperfeiçoar a fotografia, aperfeiçoa a si mesma.

Equipamento não faz milagre, e disso ela sabe bem. É extensão de seu corpo, reflexo de sua mente. Dá o corpo pela causa até a exaustão. É o bruto que executa, serviçal da mente. E que a parceria seja eterna enquanto durar, pois novos horizontes exibem novos mares, e novos mares exigem novas caravelas. Ela nunca soube bem o motivo de ter se tornado uma fotógrafa, não teve uma epifania, só o entendimento de que fazia parte dela. Como a certeza inexplicável de que devemos seguir o leito do rio por uma floresta densa para mantermo-nos vivos. Instinto? Quem sabe. Talvez tenha sido a possibilidade de ser uma contadora de histórias, criando contos visuais que alcançam além das palavras. Ou talvez tenha sido a oportunidade de observar e analisar, numa ciência estética que evolui a cada click. Não importa. O que importa é que Mariana fotografa, lindamente, num sistema mutualístico entre criador e criatura – papéis que não podem ser rotulados especificamente nem pra fotografia nem pra fotógrafa. Sua profissão é seu coração, mente e pulmões. Parte funcional de seu corpo e sua identidade.”

 

SalvarSalvar

SalvarSalvar